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Durante uma reunião – Conto Erótico

Eu passava dias perdido nos apps de pegação, deslizando perfis como quem procura um vício novo. Foi lá que conheci Clara, uma ruiva baixinha, cintura fina, novinha mas que se vestia com um estilo bem corporativo. Eu babava só de imaginar ela de calcinha pra mim de sainha e camisa social colada. Suas fotos me deixavam duro sem esforço. Sempre aparecia com aquela postura séria de workaholic, óculos, pouca maquiagem, mas um olhar que dizia tudo.

Começamos com mensagens leves e logo estávamos trocando nudes, aquele jogo sujo conhecido como Sexting, fotos e áudios que tiravam meu foco sem piedade. Ela tinha um jeito tímido de provocar, como se se abrisse toda vez que apertava enviar.

Um dia, enquanto eu descrevia o que faria com ela se estivesse ali, Clara avisou que precisava sair porque entraria numa reunião importante. Deveria ter parado. Mas foi ali que a ideia bateu tão forte quanto o tesão.

Falei para ela deixar o celular virado para baixo, posição perfeita, câmera em foco. Pedi que soltasse a calcinha só até a metade das coxas e abrisse as pernas devagar. Disse que queria ela se tocando enquanto fingia estar completamente presente na reunião.

Ela hesitou por dois segundos. Depois, me mandou a prévia do vídeo. O celular deitado. A buceta dela molhada. Os grandes lábios brilhantes, pulsando. Aquilo me destruiu.

A reunião começou. O micro dela estava aberto em outra aba e eu ouvia as vozes dos colegas falando sobre metas, projetos, gráficos. E, por cima de tudo, o som abafado da respiração dela. Clara começou a esfregar seus grandes lábios com força, círculos precisos, o dedo escorregando fácil. Ela estava tão molhada que dava para ouvir cada estalo. Cada deslizar. Cada tremida.

Me disse pelo chat que estava usando a mão esquerda para não tremer na webcam. A direita afundava entre as pernas com uma fome proibida.

Ela falava “aham, claro”, “perfeito, entendi”, enquanto os dedos dela se afogavam nela mesma. A voz profissional por cima. A respiração quente por baixo. Eu ouvia tudo.

Mandei um áudio baixo. Mandei ela pegar o vibrador. Aquele pequeno, rosa, que tinha mostrado no dia anterior. Ela pegou. Tremendo.

Pedi para que me desse acesso ao controle via bluetooth. Quando o aplicativo conectou, quase gozei só de ouvir o bip.

Liguei na intensidade mínima só para provocá-la. Ela engoliu o ar, mas continuou ouvindo a reunião como se nada estivesse acontecendo. A cada aumento de vibração, ela travava a coxa, tentando não demonstrar. Até que coloquei no máximo.

Ela mordeu o punho para não gemer.

No micro, alguém perguntou se ela poderia apresentar o relatório. Ela só conseguiu responder com a voz falhando que precisava de um minuto. Eu aumentei as pulsações. O vibrador batia contra o clitóris dela como um coração desesperado.

Ela começou a esguichar. Primeiro um jato pequeno, depois um mais forte, estourando contra a mão dela, molhando a tela do celular, tremendo as pernas como se fosse desmoronar.

Eu fui cruel. Deixei no máximo enquanto ela se contorcia no silêncio. Ofegante. Derretida. Perdendo a capacidade de falar.

Clara não conseguiu mais segurar. Abriu o micro e, com uma voz quase irreconhecível, disse que precisava se retirar da reunião por “mal-estar repentino”.

Mal-estar era meu caralho. Era tesão. Era o corpo dela explodindo por minha causa enquanto colegas discutiam gráficos e metas.

Quando desligou a reunião, me mandou um vídeo curto. Ela aberta, respiração partida, a buceta pulsando, o vibrador ainda lambuzado e o sorriso sujo de quem sabe que passou todos os limites.

Quando ela saiu da reunião toda trêmula, ainda com a respiração quebrada, me mandou uma mensagem curta, quase urgente. Pediu para eu ligar em vídeo. Nem pensei duas vezes.

Quando a chamada abriu, a imagem apareceu desfocada por um segundo, e depois ela surgiu. Clara estava sentada na cadeira do home office, as coxas abertas, a calcinha empurrada para o lado, a buceta ainda brilhando do gozo que tinha jorrado minutos antes. O vibrador estava no colo dela, escorrendo. Ela me olhou com aquele sorriso maldoso que eu já reconhecia como convite para o caos.

Ela abriu os lábios devagar com dois dedos, só para me provocar. A câmera estava tão perto que eu quase podia sentir o cheiro. Eu gemi só de olhar. Ela riu baixinho, safada, e começou a esfregar o clitóris, melada, quente, como se estivesse me oferecendo cada movimento.

Meu pau não parava de pulsar. Eu não conseguia tirar os olhos dela. As respirações dela já vinham quentes, rápidas, como se tivesse ficado com fome depois da reunião. Eu comecei a me masturbar olhando para ela com uma fúria que vinha do fundo do corpo, da vontade de entrar pela tela.

Ela esfregava a buceta com tanta fome que fazia barulho. Aquele estalo molhado que deixa qualquer um de joelhos. De vez em quando, ela enfiava dois dedos com força, devagar só na entrada e depois fundo, e eu urrava junto. Não tinha como segurar.

A cada metida de dedo, ela gemia meu nome com a voz rouca, como se estivesse sendo comida ali mesmo, na frente da câmera. E eu, completamente entregue, batia minha mão no meu pau com a mesma velocidade que ela se tocava. Nossos ritmos se encontraram como se tivéssemos ensaiado aquilo.

Os gemidos dela começaram a crescer, curtos, abafados, mas intensos. A respiração dela acelerava e eu acompanhava, o quarto ficando pequeno, o som da pele, do ar, do desejo atravessando a tela. Dois animais querendo se devorar.

Clara começou a esfregar o clitóris mais rápido. O corpo dela tremia, a barriga contraía, a cabeça caía pra trás. Eu batia com mais força, sentindo o corpo inteiro vibrar.

Nossos gemidos ecoavam juntos, subindo com a mesma intensidade, como se um puxasse o outro, como se o prazer dela alimentasse o meu.

Ela disse que ia gozar. Eu disse que também. No mesmo segundo.

Ela explodiu primeiro, um arfar aberto, um gemido longo, profundo, o corpo dela tremendo enquanto um jato fino escapava entre os dedos, escorrendo pela cadeira. A boca dela desaberta. Os olhos virando. A alma quase saindo do peito.

E eu gozei tão forte que minha visão ficou branca por alguns segundos. Jatos longos, esguichando pelo meu abdômen, pela mão, uma quantidade absurda, espessa, como se tivesse prendido dias de tesão. Foi tão intenso que minhas pernas falharam.

Ficamos ali, ofegantes, sem falar nada por longos segundos. Só respirando. Só sentindo.

Depois, ainda com a câmera ligada, ela mordeu o lábio inferior e disse com a voz fraca, satisfeita:

Acho que acabamos de descobrir um novo vício.

Eu ri, limpando o gozo, olhando para ela como quem carrega um segredo.

Eu descobri um novo fetiche ali. Ver ela gozar trabalhando, obedecendo, molhada, disponível, perdida por mim do outro lado da tela.

E eu só pensei em uma coisa.

Eu ainda ia fazer ela gozar no meio de outra reunião. Mas da próxima vez, gemendo com o micro ligado.

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