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Divã de Couro – parte 2: meu reencontro com a dominação 

Divã de Couro – O Conto

Cheguei da minha primeira sessão com a terapeuta de submissão e fui totalmente honesta com meu marido. Disse que não queria mais o sexo “meia boca” que ele estava me oferecendo, que preferia o divórcio a isso. Ele ficou indignado com minha contestação, mas, depois de um tempo, topou ir comigo na terapia.  

Algumas sessões depois, cheguei com o Luis ao meu lado. Ele estava bastante desconfiado e nervoso. Eu estava ansiosa pelo que nos aguardaria. Quando entramos na sala de Miss Fire, a terapeuta dominadora, já recebi ordens imediatas para tirar a roupa e sentar no banco de couro perto da cama que havia ali. Luis ficou chocado e perdido logo de início. Miss Fire começou a explicar que nós tínhamos criado já uma conexão profunda nos nossos encontros. Ele ficou estático e mudo.  

Miss Fire estava de saltos finos, como sempre. Ela foi até mim e me colocou uma gag ball, prendendo minhas mãos para trás. Ela explicou para o Luis que a resposta pra tudo estava na relação de poder. Eu havia dado o poder para ela me dominar, enquanto ela me deu o poder de ser dominada por ela. Era uma troca justa. 

Enquanto explicava isso, ela chegou mais perto do Luis para tirar sua roupa. Primeiro a camisa, os sapatos, e depois a calça, junto com a cueca. Ela o guiou até a beirada da cama e se abaixou, com uma mão segurou na base do seu pau e começou a chupá-lo. Luis ficou surpreso, mas não demostrou nenhuma resistência.  

Quando ele pareceu estar se acostumando com a ideia com algum prazer, Miss Fire parou de chupá-lo. Vi sua frustração na hora. Mas Miss FIre o direcionou até a mim, pediu que ele visse minha expressão de tesão com a cena que tinha acabado de ver e mandou que eu abrisse as pernas. Imediatamente obedeci. Minha buceta estava totalmente melada. Luis não tirava os olhos dela. Miss Fire arrancou a gag da minha boca e soltou meus braços, me puxou em direção ao Luis para que eu fizesse um boquete nele. 

Enquanto eu sugava a cabeça do pau dele, subindo e descendo minha boca com voracidade, ela perguntava a ele se estava gostando. Ele respondeu positivamente, gemendo de prazer, e eu fiquei ainda mais com tesão. Miss Fire guiou minha cabeça para que eu continuasse chupando e lançou a pergunta: – E você Luis, sabe do que ela gosta? Num reflexo rápido e assustado ele deu um passo atrás, tirando seu pau da minha boca.   

Miss Fire estava séria e determinada a ensinar Luis a me dar prazer. Com paciência, ela me pediu pra sentar novamente no banco de couro, ordenou que eu deixasse as pernas abertas e me tocasse. Enquanto eu obedecia às suas ordens ela se posicionou atrás de mim com o chicote e meus peitos em suas mãos. Ela apertou meus peitos lentamente e eu comecei a me tocar com mais prazer ainda, no mesmo ritmo que ela. Ainda em movimentos circulares e lentos nos meus seios, ela pediu que eu enfiasse dois dedos dentro de mim. Eu gemia alto e Miss Fire ordenou que Luis pegasse um vibrador na mesa ao lado. Ele deveria começar a ser o dominador que eu merecia.  

Diferente de tudo que Luis costumava fazer, ele seguia as ordens daquela estranha, enfeitiçado com aquilo tudo. Me deitei na cama com as pernas totalmente arreganhadas, esperando ansiosa por aquilo. Ele começou a passar o vibrador pelo meu peito direito, vibrando no meu mamilo enrijecido. A sensação foi maravilhosa. 

Ele mandou que eu voltasse a enfiar os dedos na minha buceta e ordenou que Miss Fire o chupasse, já totalmente dominador, entrando facilmente no jogo. Nós duas obedecemos. Luis foi ficando cada vez mais à vontade ali e eu adorei aquilo. Quando eu já estava quase gozando, ele puxou minha mão abruptamente e enfiou o vibrador em mim. Gritei de prazer e disse que ia gozar, que não estava aguentando mais. Mas ele me mandou aguentar mais um pouco e eu comecei a me contorcer inteira, com a buceta inchada de prazer. Foi nesse momento que ele ordenou que Miss Fire parasse de chupar ele, se sentasse ao meu lado e se masturbasse. Ele queria me comer com ela nos vendo e se tocando. 

Miss Fire sentou na cama e começou a se masturbar com pressa. Gemeu em vários momentos e eu adorei escutar aquele som enquanto Luis entrava em mim, forte, metendo seu pau com um desejo que há muito eu não sentia. Eu já tinha me contorcido algumas vezes quando ele pediu que eu esperasse porque ele tinha que gozar primeiro. Ele acelerou o ritmo e seu pau entrava e saia com muita facilidade, eu estava muito lubrificada. Ele gozou e me mandou gozar na sequência. Explodi de tesão, jorrando meu gozo no pau dele. Miss Fire nos acompanhava com o olhar e com a mão na sua buceta e, logo depois, gemeu alto de prazer, gozando também. 

A sessão a três terminava com sucesso.  

Cheguei em casa com o Luis e, mal tinha tirado o sapato, ele me mandou ficar sem roupa de quatro no sofá. Em pouco tempo ele já estava também sem roupa e metia dentro de mim. Puxava meu corpo pra mais perto dele, com força, deixando claro que estava no comando. O meu tesão por ele não parava de crescer. Gozamos algumas vezes naquela noite. A primeira no sofá, a segunda no chuveiro e a terceira quando eu estava amarrada na cama e ele passava o pau por mim, pela minha buceta, minha barriga, meus peitos, fazendo eu gozar sem nem me tocar direito.  

Há muito tempo eu não lembrava de acordar tão feliz ao lado do Luis. No dia seguinte, a manhã mal tinha começado e eu já queria novamente ser dominada por ele.

Onde assitir ao filme

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